Impulsionar post não é estratégia. É gastar. O que vira voto é estrutura montada do jeito certo, criativo que prende nos três primeiros segundos e alguém lendo o resultado todo dia para mover a verba a tempo.
O botão gasta, mas não segmenta, não testa e não aprende. No fim do mês ninguém consegue dizer qual peça trouxe apoiador e qual só entregou visualização para quem nunca votaria.
Sem recorte por município e por zona, boa parte da verba compra alcance fora da base eleitoral. O candidato só descobre depois da apuração, quando não dá mais para corrigir.
Vídeo que não prende nos primeiros segundos não é assistido, e o que não é assistido não convence ninguém. Sem roteiro, o candidato grava o que acha, e o que ele acha raramente converte.
Anúncio político sem a categoria eleitoral habilitada é reprovado pela plataforma. Conta suspensa em setembro, no meio do período, é campanha perdida, e a verificação leva dias.
Você entra no ponto em que está. Quem já tem estrutura pula a primeira; quem começa do zero faz as três em sequência.
Leitura da base: redes, histórico de votação, região de força e de ausência. Sai um mapa de onde o voto está e onde a verba precisa entrar.
Estrutura de pé em poucos dias: Business Manager, conta no nome certo, categoria eleitoral habilitada, pixel, públicos e primeiras campanhas.
Operação completa até a eleição: mídia rodando todo dia, roteiros novos por semana e verba realocada conforme o desempenho por região.
Sobre o valor depositado na conta de anúncios incide imposto da plataforma. Quem monta o plano com o número bruto está planejando uma campanha que não existe, e descobre no meio do caminho.
O crédito que entra na conta de anúncios e aparece na prestação de contas.
Um percentual fixo sai antes de qualquer anúncio rodar.
É este número que compra alcance e apoiador, e sobre ele todo cálculo tem que ser feito.
O plano de mídia já nasce sobre o líquido, e a recomendação de depósito considera a retenção.
Ao longo de um ciclo inteiro, a diferença entre planejar no bruto e no líquido costuma equivaler a semanas de mídia. São justamente as semanas que faltam no fim.
Depende do cargo, do tamanho do estado e da etapa em que você entra. Por isso não existe tabela publicada: o valor sai depois do diagnóstico, junto com a recomendação de verba. A primeira conversa não custa nada.
Não. Você deposita na conta de anúncios e o gasto acontece lá. Lembrando que sobre o valor bruto incide imposto da plataforma. O gasto real é o líquido, e isso entra na conta desde o começo.
Sim. Nesse caso começamos por uma auditoria da conta: o que está rodando, o que está queimando verba e o que precisa ser desligado antes de qualquer coisa nova subir.
Podem, se a conta não estiver na categoria de anúncios sobre política e eleições e a peça não estiver identificada. Resolver isso é a primeira coisa do setup.
A casa trabalha com candidatos de espectros diferentes. O critério é a seriedade da campanha e o cumprimento das regras eleitorais, não a legenda.
Estrutura leva dias; construção de base leva meses. Quanto mais cedo, mais barato sai cada voto. Mas mesmo perto do prazo dá para organizar o que existe e parar o vazamento.
Se a resposta demorar, é por aí que a gente começa. Quarenta minutos para entender onde você está e o que dá para fazer com a verba que existe.
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